Saúde nos Estados Unidos

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# O que é preciso para atuar como psicólogo clínico nos EUA? ![psicologia.png><](file-guid:46e59a25-5cee-43af-a4c2-4921195fe6bb "psicologia.png" =150x) **O que é preciso para atuar como Psicólogo Clínico nos EUA?** Para ser psicólogo nos EUA, é preciso obter doutorado em psicologia, que é a chamada “graduate school”. A maioria dos psicólogos atuantes nos EUA não fez college de psicologia. Muitos tem formação em biologia, geografia, letras e não é incomum ver psicólogos com college em matemática, administração ou mesmo física. É difícil para os Brasileiros compreenderem “como assim”, mas é preciso entender que o college não significa nada. Você pode fazer o que quiser no college, o que vai formar a sua profissão é a sua pós-graduação (graduate school), ou seja, mestrado, doutorado ou escola profissionalizante como medicina e direito. Em alguns estados, é possível praticar psicologia somente com mestrado, mas não é possível praticar a profissão com college em psicologia. Da mesma forma, se você se formar em psicologia no Brasil, isso será visto como um college e você não poderá praticar psicologia nos EUA, a não ser que tenha doutorado na área. **E se eu tiver doutorado em psicologia do Brasil? Posso praticar psicologia clínica nos EUA?** Depende. Seu doutorado precisa ser especificamente sobre psicologia clínica. Um doutorado em psicologia cognitiva ou em psicologia social, por exemplo, não conduzem à licença para a prática clínica. **E se eu fizer college de psicologia nos EUA e voltar ao Brasil, posso praticar a profissão?** Se você quer fazer faculdade nos EUA e depois voltar ao Brasil, só o college com major em psicologia já basta. Contudo, é importante manter em mente que como o college de psicologia não forma um psicólogo propriamente dito, ele é muito mais fraco do que a graduação no Brasil (no sentido de formar um profissional para a área clínica). O foco do college em psicologia nos EUA é a pesquisa científica. Os alunos precisam escrever inúmeros papers (artigos científicos) e são incentivados a voluntariar em laboratórios de pesquisa científica na universidade. Não há nenhum foco em clínica no college. Quando muito os alunos podem fazer algumas matérias voltadas para essa área, mas isso não satisfaz as necessidades de validação do diploma no Brasil. **Como validar o diploma de psicologia dos EUA no Brasil?** A validação do diploma no Brasil é feita pela universidade federal do estado onde você mora no Brasil (ou onde você se estabelece depois de voltar ao país definitivamente). As universidades federais são conhecidas por serem super chatas com o processo de validação e exigirem que alunos façam matérias adicionais para completar o processo. No caso de psicologia, é comum a pessoa precisar fazer mais 1 ou 2 anos de curso no Brasil para reparar as deficiências do curso nos EUA. Por exemplo, o curso nos EUA não possui exigência de estágios, que são obrigatórios para psicologia no Brasil. Ao voltar ao Brasil, o aluno precisaria preencher esses requisitos. Você pode ver então porque é importante você definir o motivo de fazer psicologia nos EUA. Se quer voltar para o Brasil, basta fazer o college (mas terá que fazer 1 ou 2 anos adicionais ao voltar para o Brasil), se deseja morar e trabalhar nos EUA (ou no Canadá), vai precisar de doutorado. Também é importante definir o que você quer fazer dentro da psicologia se sua intenção é morar e trabalhar nos EUA. Psicologia clínica é apenas uma opção. Se você gosta de psicologia cognitiva ou de psicologia social, psicologia evolutiva ou qualquer outra área, um doutorado nessas disciplinas o levaria à vida acadêmica como cientista e professor universitário. Com um doutorado em psicologia social, por exemplo, você não poderia clinicar nos EUA. Você poderia ter um emprego qualquer em empresas, escolas, ou outras organizações, mas não poderia lidar com pacientes, nem em prática particular, nem no ambiente empresarial ou escolar. **Mas o que faz um psicólogo cientista?** Esse é um ponto novo que eu estou adicionando a este post porque eu vejo que muitos Brasileiros têm dificuldade de entender a diferença e as limitações entre as áreas da psicologia. Muita gente tende a entender que psicólogo é o clínico que atende pacientes, só isso. Mas a psicologia é muito vasta. Veja, por exemplo, a neurociência, que é uma subdivisão da psicologia. O neurocientista não lida com pacientes, ele trabalha em uma universidade ou na indústria privada, estudando o cérebro ou lidando com a criação de produtos ou soluções (na indústria) que estejam ligados a esta área. Um colega neurocientista, por exemplo, trabalha em uma startup em Boston que desenvolve tecnologia implantável dentro do cérebro (como microchips) para ajudar pacientes que tenham debilidades ou dificuldades neurológicas. Em muitos casos o psicólogo cientista trabalha em uma universidade (pois é nas universidades que pesquisa científica é feita). Esse tipo de trabalho é obtido de três formas: como professor universitário que dirige um laboratório de pesquisas; como pós-doutor que trabalha em um desses laboratórios de um professor já mais experiente; e como técnico de laboratório, nesse caso sendo um profissional e não um acadêmico trabalhando em um desses laboratórios. No caso da psicologia, esse terceiro cargo é raro. A área acadêmica também oferece o expertise necessário para uma carreira como palestrante, consultor ou escritor, o que é o caso da minha colega aqui no site, Franciane Ulaf que estuda em Harvard e escreve sobre comportamento humano. Nesse caso, o mestrado pode ser suficiente já que o doutorado só seria necessário se a pessoa deseja se tornar professor acadêmico. Há somente três áreas da psicologia com autorização para licenciatura: escolar, clínica e aconselhamento. A área escolar é bem direta, essa formação leva o profissional a ser capaz de ser psicólogo ou orientador em escolas e universidades. A diferença fica por conta das áreas “clínica” (clinical) e “de aconselhamento” (counseling) – se alguém souber um termo mais adequado em português, por favor me dê um toque nos comentários! A área clínica é voltada para casos severos de problemas mentais como esquizofrenia, trabalho em prisões, instituições mentais, etc. A área de aconselhamento (counseling) é uma psicologia mais “light”, casos menos graves. Muitas pessoas que fazem coaching preferem se formar nessa área (apesar de não existir formação formal para coaching, muitos profissionais se interessam em procurar maior especialização). **Como entrar em um college nos EUA?** É importante frisar que college não é tradução de “colégio”! É uma faculdade propriamente dita, é equivalente ao curso universitário que fazemos no Brasil. Lembre-se de que o college não é de psicologia, é simplesmente “o college”. Existem diversos níveis de college nos EUA, desde os mais seletos como Harvard e Yale até os disponíveis para qualquer um que queira estudar como os community colleges. Muitos colleges pedem para que você defina na aplicação qual a concentração que você deseja seguir. Se você quer fazer psicologia, você já entraria na instituição seguindo esse rumo. Muitos colleges hoje em dia fazem isso para evitar que os alunos fiquem perdidos fazendo todo o tipo de matéria que eles acham interessante e acabam demorando 5, 6 anos para terminar o curso pois se dispersam e não fazem as matérias necessárias para uma concentração focada. Contudo, alguns colleges ainda são assim e permitem entrada livre sem qualquer definição (os melhores e mais tradicionais colleges como Harvard ainda são assim para dar a oportunidade do aluno fazer tudo quanto é matéria e ter uma formação “mais completa”). É preciso tomar cuidado nessas escolas para não se dispersar e acabar levando mais tempo para concluir o curso. Nesses casos, o aluno não entra em psicologia ou em letras ou em biologia, ele simplesmente entra no college. Depois de uns 2 anos ele decide qual a concentração (quem podem ser múltiplas) que ele deseja obter. O estudante, então se forma com um BA (bacharelado de artes) ou BS (bacharelado em ciências) na área de sua concentração. É por isso que é comum ouvir uma pessoa Americana dizer que possui um BA ou um BS em psicologia (sim, psicologia pode ser um bacharel em ciências ou em artes dependendo da faculdade ou da escolha do aluno — algumas instituições oferecem ambos). Não se deixe confundir pelo termos “artes”. Bacharelado em “artes” não tem nada a ver com arte propriamente dita. O termo artes aqui se relaciona às “artes liberais” e isso vem lá dos primórdios da educação superior quando as universidades não eram separadas em curso disso ou daquilo, era simplesmente uma educação mais erudita. Como a amplitude de escolas é praticamente infinita – desde as que qualquer um pode entrar até as mais exigentes – cabe ao próprio aluno fazer uma pesquisa, afunilando as escolas de acordo com as áreas do país onde deseja morar. Os sites de cada instituição dão todas as informações necessárias para aplicação e como funciona o curso, incluindo grade horária, exigências para cada major e minor, custo, entre outros detalhes. **Como obter a formação de psicólogo propriamente dita nos EUA?** Se você pretende trabalhar nos EUA, você vai precisar de um doutorado em psicologia clínica. Os programas de doutorado estão acessíveis aos alunos já direto do college (não é preciso fazer mestrado antes, contudo, o mestrado é útil pois o trabalho feito nele pode resultar em boas cartas de recomendação de pode — mas nem sempre — reduzir o tempo do doutorado, que nos EUA dura de 4 a 7 anos). SUPER IMPORTANTE: Ao pesquisar sobre esse assunto em sites nos EUA, você irá se deparar com a seguinte informação: “alguns estados nos EUA permitem a prática da psicologia só com mestrado”. Isso é ENGANOSO! Essa “prática” não significa que a pessoa só com mestrado possa abrir consultório, se entitular “psicóloga”, e lidar com pacientes (mesmo dentro do ambiente de uma clínica como funcionário). Isso não é possível em NENHUM estado. A tal prática que é permitida para profissionais que somente possuem mestrado se limita a poder conseguir emprego e trabalhar sob a supervisão de um psicólogo propriamente dito (pessoa com doutorado e licenciada) em algumas atividades BEM limitadas como trabalhar no departamento de RH (porém sem doutourado a pessoa jamais poderia chegar em uma posição de chefia). Definitivamente não é a “prática da profissão” como entendemos no Brasil. Muito do que é possível fazer só com mestrado (nesses poucos estados) está relacionado a empregos em escolas, empresas, ou posições de assistente. **Fazer doutorado em psicologia nos EUA me dá o direito de morar e trabalhar no país?** É útil mencionar que simplesmente fazer um doutorado de psicologia clínica nos EUA não o habilita para praticar a profissão no país se você não tem um Green Card ou não é cidadão Norte Americano. É uma aposta muito alta querer fazer um curso longo para depois ter que voltar ao Brasil porque você não tem direito de morar e trabalhar nos EUA! Estrangeiros nessa condição dependem da contratação por parte de um hospital ou empresa que aplicaria para um visto de trabalho, mas não há garantia alguma de que isso acontecerá depois de formado (e depois da administração do Trump o número de vistos de trabalho por ano foi reduzido a um mínimo e essa quantidade é rapidamente preenchida pelos empregos na área de tecnologia). Além disso, precisando de visto de trabalho, você seria obrigado a trabalhar em uma instituição e não poderia abrir seu próprio consultório de psicologia (nem se trabalhasse meio período). O indivíduo com visto de trabalho não pode trabalhar para outras empresas, fazer bicos ou trabalhar por conta, ele fica totalmente preso à instituição que mantém seu visto. Uma alternativa para quem quer ter alguma educação nos EUA para enriquecer o próprio currículo é fazer psicologia no Brasil mesmo e depois fazer mestrado nos EUA. Mestrado e doutorado são dois “bichos” completamente diferentes. Várias instituições, inclusive algumas muito boas, oferecem mestrados online ou híbridos, em que você faz parte online e uma residência de um ou mais semestres na instituição. É fácil se programar para fazer parte de um curso assim pela internet no Brasil e vir para os EUA para completar os créditos que exigem residência no campus (eles chamam de residência, mas isso não quer dizer que você precise literalmente “morar” na escola, apenas estar fisicamente presente para assistir às aulas). Se sua intenção é abrir consultório nos EUA (contando que você tenha Green Card ou seja cidadão Americano), você precisa procurar mestrados e doutorados que conduzam ao licenciamento. Como saber? Esses cursos serão em uma dessas três áreas: clinical, counseling, ou school psychology. Boa parte desses cursos é prática (estágios), portanto cursos online e híbridos não contam. **Brasil ou EUA?** Vale mencionar que fazer todo esse processo para se qualificar para praticar a profissão nos EUA (e Canadá) não é equivalente à formação para praticar a profissão no Brasil! No Brasil, você precisa ter faculdade (college) em psicologia. Digamos que você não tenha faculdade de psicologia, somente mestrado e doutorado na área e é licenciado nos EUA. Você poderia validar seus diplomas e praticar no Brasil? Não! Para praticar no Brasil, você precisa fazer a faculdade (college) de psicologia propriamente dita. Isso não faz o menor sentido, é claro, já que a formação nos EUA é muito mais robusta, longa, e completa (é mais longa e complexa do que medicina). Na Brasil, um “pirralho” de 22 anos se forma em psicologia e pode atender pacientes com sérias condições mentais. Mas se você passa 10 anos se formando nos EUA, se torna psicólogo com doutorado, mas sua faculdade primária não foi psicologia, bem, você não pode praticar a profissão no Brasi! Se sua intenção é voltar ao Brasil, principalmente se você não tem autorização para morar e trabalhar nos EUA (Green Card ou cidadania), o ideal é que você faça faculdade de psicologia propriamente dita. O curso é muito mais rápido e fácil nos EUA (já que não conduz à prática da profissão), mas devido a uma idiotice do conselho federal de psicologia, você pode validar esse diploma e atender pacientes no Brasil (vai entender!). Contudo, dependendo da duração do seu curso nos EUA e das matérias específicas que você fez (e as que deixou de fazer, já que nos EUA é o aluno quem escolhe as matérias que quer fazer) e da quantidade de horas de estágio (o que algumas faculdades nos EUA não exigem), você poderá encontrar problemas ao tentar validade seu diploma no Brasil, como já discutimos, e poderá ter que complementar com matérias e estágio feito no Brasil. Se sua intenção é voltar ao Brasil, eu recomendo fazer o seguinte procedimento: como o diploma precisa ser validado por uma universidade federal no Brasil, procure a federal do seu estado e veja qual o currículo da faculdade de psicologia (quais são as matérias, quantas horas de estágio são exigidas, etc.). Seu diploma Americano será comparado a esse currículo e cada universidade federal tem o seu, por isso é importante usar o currículo da instituição em que você futuramente solicitará a validação do seu diploma Norte Americano. Com essas informações em mãos, monte sua grade nos EUA de acordo com as exigências no Brasil, ou seja, escolha fazer as matérias que são exigidas no Brasil. Isso é importantíssimo, pois o currículo da faculdade de psicologia nos EUA é bem superficial e limitado e contém muitas matérias que não são feitas no Brasil. O college (faculdade) nos EUA serve primariamente para dar uma formação cultural e científica ao aluno e ensiná-lo a escrever apropriadamente no meio acadêmico. Por isso, as faculdades exigem um currículo de psicologia que contém matérias como química, biologia, matemática, redação (em inglês, é claro), línguas (toda faculdade exige que o aluno escolha um idioma estrangeiro – que não pode ser sua própria língua materna – e chegue até o nível intermediário), e uma séria de outras matérias de humanas e ciências sociais que não tem ligação com a psicologia e não fazem parte do currículo no Brasil. Isso é metade do curso nos EUA (que dura apenas 4 anos). Então você precisa ter muita estratégia para conseguir preencher esses pré-requisitos e ainda assim dar conta de montar um currículo que satisfaça as exigências no Brasil. Uma ideia é escolher uma escola que aceite bastante créditos CLEP. O teste CLEP é um teste de “desafio” em que você alega já ter conhecimento daquela matéria e portanto não precisa cursar um semestre da mesma. Para provar que você já sabe o conteúdo, você faz uma prova e se tiver bom desempenho, obtém os créditos equivalentes à mesma e economiza tempo não precisando cursá-la. Esses testes CLEP tem dificuldade mediana. Eu diria que são tão difíceis quanto o ENEM no Brasil. Você precisa estudar (de verdade!) o conteúdo de um semestre inteiro (usando os livros textos que são usados nos colleges). O teste é administrado por uma instituição governamental (não pelas faculdades) e o resultado é enviado pelo correio para as escolas que você indicar. Cada teste (na data de publicação deste artigo) custa $85.00 (em dólares). Definitivamente mais barato que a média de custo do curso relativo à cada teste em um community college ($800). Falando em community college (faculdades comunitárias), essa é uma boa opção para obter o maior número de CLEPs aceitos, terminar um associate degree na metade do tempo (ou até mesmo 1/4 do tempo), e passar para uma faculdade propriamente dita já com metade do curso feito. As faculdades em si também aceitam CLEPs, mas em menor quantidade. É recomendado procurar no site de cada instituição uma lista de CLEPs aceitos, pois isso varia bastante de escola pra escola. Muitos community colleges oferecem algumas das matérias online, o que também ajuda a fazer o curso mais rápido (e parte dele sem sair do Brasil). Mas é importante transferir para uma faculdade BOA depois do community college se você tem esperança de validar seu diploma no Brasil. O MEC é muito chato! As instituições federais que fazem a validação dos diplomas são muito criteriosas e não validam diploma de faculdadezinha de fundo quintal e cursos online (como University of Phoenix, Excelsior, Walden University e outras “money suckers” de quinta categoria). Há uma diferença entre fazer algumas matérias básicas pela internet (e aproveitar o sistema do CLEP) e fazer o curso todo online! Com faculdade “boa” eu quero dizer que qualquer escola no nível de state schools (estaduais) é bom o suficiente. Você não precisa ir para Harvard, MIT, ou Princeton, é claro! Vale mencionar que o Ministério da Educação no Brasil está fazendo um esforço para modernizar o processo de validação de diploma e reduzir a comparação de disciplinas e carga horária. Segundo o MEC, essas mudanças estão vindo, contudo, o gabarito e seriedade da instituição no exterior continuará a ser fortemente considerado. Dito isso, o currículo precisa ser pelo menos parecido com o das faculdades no Brasil, e isso é um problema em psicologia, pois o currículo nos EUA é significativamente mais diluído (já que o aluno vai fazer as matérias mais difíceis e específicas no mestrado e doutorado). Por esse motivo, se sua intenção é voltar ao Brasil, você precisa escolher suas matérias com cuidado e pensando sempre em como aquela escolha será vista ao ser avaliada posteriormente por uma comissão no Brasil. Também procure obter experiência prática através de estágios e trabalhos através da faculdade (pois no Brasil, os alunos de psicologia precisam completar esses requerimentos). Nem todas as faculdades nos EUA exigem estágio (já que o aluno vai fazer a parte prática no mestrado e doutorado), por isso você terá que correr atrás desse tipo de experiência. Algumas faculdades oferecem a oportunidade de fazer o mestrado junto com a faculdade (1 ano a mais) e nesse caso, existe grande oportunidade de participar de bons estágios que são bem valorizados no Brasil. Outra opção é fazer o mestrado após a faculdade ainda nos EUA antes de voltar e tentar validar o diploma. Se sua intenção é voltar ao Brasil, fazer doutorado e buscar licenciamento nos EUA não é importante, mas se você tem essa oportunidade, é claro, você deve aproveitar. Por Bruno Moreti

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